domingo, 5 de junho de 2011

Cinzas vulcânicas de Bariloche

Segundo o jornal Clarin, na região de Bariloche, as autoridades argentinas mantêm um alerta em cidades próximas, o qual recomenda que as pessoas não saiam de casa. Na cidade, a camada de cinzas vulcânicas que cobria as ruas ainda pode ser vista, apesar do vento. O transporte público está em operação, mas com poucos passageiros.

A advertência de riscos vai prosseguir por tempo indeterminado, já que a nuvem de cinzas, segundo especialistas, podem voltar a qualquer momento. No Chile, municípios próximos ao vulcão também seguem sendo evacuados.

O complexo vulcânico se estende ao longo de 15 quilômetros, em uma área de pouca densidade demográfica, e uma de suas principais crateras é o Puyehue, de 2.240 metros de altitude, cuja última erupção data de 1960.

No Chile, o Exército mobilizou vários caminhões para evacuar a população afetada e, por enquanto, a operação está se desenvolvendo com normalidade, sem que se tenham registrado situações de emergência, segundo indicou o Escritório Nacional de Emergência.

Segundo dados do Sernageomin, há mais de 2 mil vulcões no Chile, dos quais cerca de 125 são considerados geologicamente ativos e cerca de 60 tiveram algum tipo de atividade eruptiva histórica nos últimos 450 anos.

Até agora, o episódio mais relevante ocorrido nos últimos anos tinha sido a erupção, em maio de 2008, do vulcão Chaitén, que obrigou a evacuar os mais de 6 mil habitantes da cidade homônima, também na região de Los Lagos, que ficou praticamente devastada.

Além disso, o vulcão Llaima, situado na região da Araucanía, cerca de 600 quilômetros ao sul do Chile, e considerado um dos mais ativos da América do Sul, entrou em erupção no dia 1º de janeiro de 2008 e, durante um ano e meio, lançou material incandescente de forma esporádica.

Fonte: http://www.jb.com.br

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